Resumo rápido
O calendário da SBIm é mais completo que o do SUS, com vacinas combinadas, maior cobertura de sorotipos e tecnologias acelulares. Ele amplia a proteção do bebê nos primeiros 18 meses de vida, mantendo segurança equivalente às vacinas aprovadas pela ANVISA.
Por que o calendário da SBIm é diferente?
O calendário do SUS é altamente eficiente para controle populacional de doenças. Já o calendário da SBIm foca em proteção individual máxima, incorporando:
- Mais doses em momentos estratégicos
- Vacinas com maior cobertura contra variantes
- Tecnologias que reduzem reações adversas
- Combinações que diminuem o número de injeções
Na prática, é um calendário mais robusto para quem busca reduzir riscos ao máximo na primeira infância.
Calendário de vacinação: nascimento aos 18 meses
Ao nascer
- BCG: dose única contra formas graves de tuberculose (geralmente realizada na maternidade ou na UBS mais próxima, visto que essa vacina atualmente só está disponível na rede pública)
- Hepatite B: dose inicial ainda na maternidade
2 meses
- Hexavalente (dTpa+Hepatite B+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b): 1ª dose
- Pneumocócica conjugada (15 ou 20): 1ª dose
- Rotavírus pentavalente (5 sorotipos de proteção): 1ª dose
3 meses
- Meningocócica Conjugada ACWY: 1ª dose
- Meningocócica B: 1ª dose
4 meses
- Hexavalente (dTpa+Hepatite B+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b): 2ª dose ou Pentavalente (dTpa+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b)
- Pneumocócica conjugada (15 ou 20): 2ª dose
- Rotavírus pentavalente (5 sorotipos de proteção): 2ª dose
5 meses
- Meningocócica Conjugada ACWY: 2ª dose
- Meningocócica B: 2ª dose
6 meses
- Hexavalente (dTpa+Hepatite B+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b): 3ª dose
- Pneumocócica conjugada (15 ou 20): 3ª dose
- Rotavírus pentavalente (5 sorotipos de proteção): 3ª dose
- Influenza: 1ª dose (início da primovacinação)
- COVID-19: conforme recomendação vigente, essa vacina é realizada somente no setor público.
7 meses
- Influenza: 2ª dose
9 meses
- Febre amarela: 1ª dose
12 meses (1 ano)
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): 1ª dose
- Varicela: 1ª dose
- Pneumocócica (15 ou 20): reforço
- Hepatite A: 1ª dose
13 meses
- Meningocócica Conjugada ACWY: reforço
- Meningocócica B: reforço
15 meses
- Pentavalente acelular (dTpa+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b): reforço
- Tetra viral: 2ª dose de tríplice viral + varicela, ou tetraviral.
18 meses
- Hepatite A: 2ª dose
O que muda na prática para os pais?
Menos picadas, mais proteção
Vacinas como a hexavalente (proteção contra 6 doenças, dTpa+Hepatite B+Poliomelite+Haemophilus Influenzae tipo b, em uma vacina só) substituem várias aplicações separadas. Isso reduz o desconforto do bebê e melhora a adesão ao calendário.
Cobertura ampliada
Vacinas como pneumocócicas mais completas e meningocócicas adicionais protegem contra as principais variações de vírus e bactérias.
Menos reações
As vacinas acelulares presentes na rede privada tendem a causar menos febre e irritabilidade, especialmente nos primeiros meses.
Posso migrar do SUS para a rede privada?
Sim. A transição pode ser feita em qualquer momento, mas exige ajuste do calendário para evitar doses duplicadas ou intervalos incorretos.
Esse alinhamento deve ser feito com um pediatra ou clínica especializada como o Dr. Vacina, garantindo que o bebê continue protegido sem falhas no esquema vacinal.
Conclusão
O calendário da SBIm não substitui o SUS, ele traz as mesmas vacinas nessa faixa etária, porém com tecnologias melhores, e mais cobertura de sorotipos, além do conforto para o bebê.
Dr. Vacina
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Enfermeira responsável: Michelle Alixandre de Rezende – COREN 811468


