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A origem da vacina do Sarampo

A origem da vacina do Sarampo

Durante décadas, o sarampo foi uma das principais causas de mortalidade infantil. E, embora exista vacina contra o sarampo, o Brasil vive uma epidemia da doença porque muitos pais deixaram de imunizar seus filhos. Por isso, a atual recomendação do Ministério da Saúde é que os bebês sejam vacinados a partir do sexto mês de vida. 

A vacina contra o Sarampo está disponível nas unidades do Dr. Vacina de Sorocaba (SP), Salto (SP) e Cerquilho (SP). A aplicação da vacina também pode ocorrer dentro da sua casa, por meio do serviço de atendimento domiciliar oferecido pelo Dr. Vacina. Para essa modalidade, é necessário agendamento prévio por meio dos nossos canais de comunicação. 

Histórico, sintomas e surgimento da vacina

O sarampo teve um surto no Brasil em 1968, quando foram registrados 129.942 casos. Diante desse cenário catastrófico, o mundo se mobilizou para buscar formas de imunizar a população, já que o sarampo é uma doença infectocontagiosa aguda e transmissível por via respiratória, com alta carga de contágio para quem ainda não teve a enfermidade ou não foi vacinado. 

Considerada uma doença grave, o sarampo tem a pneumonia, otite e encefalite como as principais complicações, além de aumentar o risco de desnutrição.O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é de aproximadamente oito a 12 dias. A doença, contudo, pode ser transmitida antes de os sintomas aparecerem. Após três dias, aparecem erupções no rosto, que se espalham pelo corpo, além de febre, espirro, tosse e conjuntivite. 

Depois de muito esforço de cientistas e laboratórios de todo o mundo, a vacina contra o sarampo foi desenvolvida e chegou ao Brasil na década de 1960. Na época o imunobiológico era importado do mercado internacional e, por isso, sua distribuição era feita de maneira descoordenada e descontínua. 

Segundo artigo publicado pela Fundação Oswaldo Cruz, “a implementação efetiva da vacina no país só foi possível após a criação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), em 1973, por determinação do ministro da Saúde Mario Machado de Lemos, com a missão de organizar e implementar ações de imunização de leste a oeste, promovendo o controle de sarampo, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche e pólio e a manutenção da erradicação da varíola”.

Ainda de acordo com a Fundação, no ano seguinte foram realizadas campanhas em áreas urbanas de diversos Estados brasileiros e em virtude da dificuldade de atingir as coberturas vacinais mínimas para o controle da doença, foram intensificadas as ações em locais com baixas coberturas. No caso específico do sarampo, o PNI tinha como meta alcançar a vacinação, nas áreas urbanas do país de, no mínimo, 80% de menores de 5 anos, tendo como alvo crianças de 8 meses a 4 anos.

 

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